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O Instituto IDIS Dr. Izao Soares é uma entidade sem fins lucrativos, criada pela equipe do Instituto Lamasson após o falecimento do Renomado Médico Homeopata Dr. Izao Carneiro Soares.
A parceria e a fundação do mesmo ocorreu entre a família do Dr. Izao (Fundador e Presidente do Instituto Lamasson, In Memorian) Professores, a Renomada Farmacêutica Homeopata Dra. Maria Lucia Batoni Soares (Sócia-Fundadora do Instituto Lamasson), membros da Medicina Veterinária Integrativa e da Right Homeopathy.

O nome da Instituição se dá em função do Dr. Izao Soares  (In Memorian) ter sido precursor, docente e companheiro de todos fundadores deste Instituto, e ainda como uma homenagem  pelo seu reconhecimento Nacional e Internacional.


O Instituto IDIS Medicina Integrativa visa contribuir para o Desenvolvimento Científico, Tecnológico e Cultural das diversas áreas que a abrangem, integrando junto às Instituições Científicas, realizando parcerias em projetos diversos com Universidades, Institutos de Pesquisa, Sociedades, Associações, entre outras. Estimular a pesquisa em todos os setores e lutar pelo ensino integrado.

O Instituto IDIS Medicina Integrativa é uma abordagem orientada para um sentido mais amplo de cura, que visa tratar a pessoa em seu todo: corpo, mente e espírito. Enfatiza as relações entre o paciente e o médico, e combina tratamentos convencionais e terapias complementares, cuja segurança e eficácia tenham sido cientificamente provadas.
Relação entre as multidisciplinas promove o tratamento integrado
como forma objetiva de resultados.
Integrar conhecimentos da Medicina Integrativa nas diversas áreas da Saúde.
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Viscum Album Injetável
A Injectcenter tem desenvolvido os dinamizados injeta?veis ha? mais de 14 anos. O Viscum album Injectcenter e? produzido em diversas dinamizac?o?es com o objetivo de proporcionar um tratamento abrangente, onde mesclando pote?ncias baixas com outras mais dilui?das e dinamizadas, promovem a resposta citoto?xica como tambe?m a imunomodulac?a?o e imunoestimulac?a?o das ce?lulas do sistema imunolo?gico. Ale?m disso, e? recomendado tratar o si?tio tumoral concomitantemente, de acordo com a orientac?a?o me?dica adequada. Por isso que, inicialmente, e? indispensa?vel e altamente recomendado a consulta e o acompanhamento de um profissional devidamente habilitado, pois o protocolo de tratamento e? individualizado. Viscum album e? indicado no tratamento do ca?ncer, linfoma, leucemia cro?nica, tumor de cabec?a e pescoc?o, do sistema nervoso, do sistema osteomuscular e doenc?as articulares, urogenital, ca?ncer de mama, fi?gado e pa?ncreas, pele (melanoma e na?o melanoma), trato digesto?rio, trato respirato?rio. Estimula a ac?a?o da medula o?ssea na produc?a?o de ce?lulas mesenquimais e hematopoie?ticas em pacientes sob tratamento oncolo?gico. Va?rios relatos cienti?ficos envolvendo casos cro?nicos e agudos em animais e humanos te?m sido revertidos e controlados com o tratamento utilizando os medicamentos injeta?veis dinamizados. Foram verificadas melhorias no estado geral do paciente, melhora na qualidade de vida, retorno do apetite, vitalidade, maior disposic?a?o, levando ao aumento geral na expectativa de vida; ali?vio da tensa?o e depressa?o, reduc?a?o da dor relacionada ao tumor, inibic?a?o do crescimento do tumor; reduc?a?o dos efeitos colaterais e o seu desaparecimento em alguns casos e melhora da tolera?ncia a? radioterapia e a? quimioterapia em geral. Ale?m disso, o Viscum possui propriedades antidiabetoge?nicas, e? um auxiliar na insuficie?ncia renal e uremia, dores articulares, reumatismo, artroses, senilidade, fadiga, e oxigena os tecidos cardi?acos e pode tonificar o corac?a?o para responder melhor ao stress e ao dano que a doenc?a pode provocar. O protocolo de uso nestes tratamentos de neoplasias envolve a combinac?a?o de pote?ncias do Viscum D3 e D30. Recomenda-se a aplicac?a?o de 1 ampola 2 a 3 vezes por semana, por via subcuta?nea e/ou intramuscular, quando possi?vel nas proximidades do tumor ou do local acometido, por pelo menos 20 a 30 dias inicialmente. A durac?a?o do tratamento dependera? das condic?o?es da enfermidade (estadiamento, meta?stase ou na?o) e do tipo do tumor (benigno ou maligno), podendo chegar a ate? 06 meses ou 01 ano. Nas associac?o?es com o Viscum, Crataegus + Equisetum + Apis ou Apocynum (modalizar a sede, tem que ser feita na regia?o cardi?aca direita ou esquerda, insuficie?ncia cardi?aca), Thuya (individual e em va?rias situac?o?es, usar 1 a 2 vez por semana), Thuya + Arsenicum ou Ora pro nobis (se tiver qualquer tipo de anemia leve, me?dia e grave), Arnica + Hypericum (associado a muita dor), Symphytum + Aurum met. (osteosarcoma com ou sem fraturas patolo?gicas). Temos tambe?m o Viscum album em diferentes dinamizac?o?es, D6, D9, D12, ja? bastante utilizadas na a?rea veterina?ria. Recentemente, desenvolvemos o Viscum D1 + D2 para auxiliar em casos agudos de ca?ncer, com resultados muito positivo. Atualmente, contamos com profissionais especialistas em Viscum album Injectcenter que trabalham com os injeta?veis dinamizados ha? muito tempo e com uma larga experie?ncia: - Dr. Aloisio Carvalho, acarvalhovet@hotmail.com - Dra. Daniela Franco Lopes, danielavethomeopata@hotmail.com - Dra. Ana Catarina, catarinavalle@gmail.com
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FITOTERAPIA. Plantas Medicinais e fitoterápicos.
Fitoterapia é a prevenção e o tratamento de doenças mediante o uso de plantas (Ferreira, 1999). Phyton, em grego, quer dizer “planta” e therapeia vem do verbo therapeuo, que significa “tratar, cuidar”. Segundo a Portaria 971, de 03/05/2006, do Ministério da Saúde, a fitoterapia é uma terapêutica caracterizada pelo uso de plantas medicinais em suas diferentes formas farmacêuticas, sem a utilização de substâncias ativas isoladas, ainda que de origem vegetal. A fitoterapia constitui uma forma de terapia medicinal que vem crescendo notadamente neste começo do século XXI.(Panizza 2010)
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Homeopatia: saiba mais
A Ciência Homeopática nasceu no ano de 1796 após publicação do artigo científico intitulado: “Ensaio para descobrir as virtudes curativas das substâncias medicinais, seguido de alguns comentários sobre os princípios curativos admitidos até nossos dias”. O autor desse artigo foi o médico alemão Cristiano Frederico Samuel Hahnemann, criador da terapêutica homeopática. Hahnemann nasceu no leste da Alemanha, na cidade de Meissen, no ano de 1755. Personalidade marcada por uma aguçada inteligência e espírito científico extremamente crítico o motivaram desde cedo ao estudo da medicina e da química. Considerando que o ensino das ciências e da medicina na época (1775) era muito teórico e isento de qualquer contato com o paciente, a prática médica envolvia um conhecimento muito mais filosófico do que prático. Era a medicina das sangrias e dos purgativos que na maioria das vezes piorava o quadro clínico do paciente no lugar de curá-lo. Hahnemann exerce por oito anos esta medicina, dividindo o seu tempo com a clínica médica, o estudo da medicina e da química. Não podemos deixar de citar o envolvimento de Hahnemann com traduções científicas, fruto da sua brilhante inteligência, que o tornou um poliglota ainda aos 24 anos de idade, com domínio de nove idiomas (latim, grego, hebraico, inglês, francês, italiano, espanhol, árabe e alemão). Antes do desenvolvimento da homeopatia, Hahnemann já possuía uma impressionante produtividade, tendo publicado entre traduções científicas e obras literárias originais, um total de oito trabalhos, num período curto de três anos (1786 – 1788) no qual se colocava contra o uso de emplastros de chumbo ou do sublimado corrosivo por via interna, cuja toxidade denunciava. Publicou os critérios de pureza e de falsificação dos medicamentos. Descreveu a influência de alguns gases na fermentação do vinho. Criticou o uso abusivo do álcool e do café, acusando-os de dois inimigos do sistema nervoso e salientou a importância da higienização para a prevenção das doenças, dentre outras obras. Em 1790, a pedido de um de seus editores de Leipzig, Hahnemann realiza a tradução do Tratado de Matéria Médica, em dois volumes, do médico escocês William Cullem, considerado uma autoridade internacional na composição e atividade das drogas medicinais. Ao traduzir o artigo destinado à droga antimalária Cinchona officinalis (quina), Hahnemann fica impressionado com a afirmação de Cullen: “A quina cura a malária fortalecendo o estômago, devido as suas propriedades amargas e adstringentes”. Hahnemann resolve testar em si o uso do famoso pó de quina, tomando durante vários dias, duas vezes por dia, quatro dracmas (o equivalente a cerca de 17 g) da droga. Durante essa experimentação registra todos os sintomas que desenvolve pelo uso da quina, tais como: febre intermitente, fraqueza, sonolência, tremores, e outros sintomas habitualmente associados à malária. Conclui que a quina poderia ser utilizada porque era capaz de produzir sintomas semelhantes aos da doença quando utilizado por um indivíduo de boa saúde, ou seja, “são”. Desta forma, Hahnemann resgatou a Lei Hipocrática da Semelhança: “Similia similibus curantur” e afirmou: “Os remédios só podem curar doenças semelhantes àquelas que eles próprios podem produzir”. Essa é a reflexão original que, junto à experimentação de medicamentos em pessoas sadias e sensíveis, permitiu a criação da homeopatia, no ano de 1796. A terapêutica se baseia, portanto, em pilares sólidos que envolvem a “Lei da Semelhança”, “A Experimentação no Homem São”, “O Uso de Doses Mínimas ou Infinitesimais”, o “Uso do Medicamento Único”. Hahnemann testou em si e em seus alunos cerca de 60 substâncias diferentes, catalogando o conjunto de sinais e sintomas físicos e subjetivos (patogenesia) que os indivíduos sem doença desenvolviam durante a experimentação e salientou a importância desta experimentação ser feita com uma única substância por vez. A diluição e a dinamização são conceitos introduzidos por Hahnemann, visando à diminuição da toxidez das substâncias (diluição) e a liberação da força medicamentosa latente das substâncias (dinamização). Os estudos de Hahnemann foram realizados até a sua morte, aos 88 anos de idade, quando desfrutava de muita reputação e prestígio. Durante o desenvolvimento da homeopatia Hahnemann Farmacopeia Homeopática Brasileira, 3ª edição 8 publicou, entre outras, três grandes obras: O Organon da Arte de Curar (1810); A Matéria Médica Pura (1811) e o Tratado de Doenças Crônicas (1828). A homeopatia chegou ao Brasil em 1840 pelo médico francês Dr. Benoit Jules Mure. Naquela época, o Brasil não possuía autonomia para a produção dos medicamentos, sendo as matériasprimas homeopáticas (tinturas, minerais, vegetais) importadas, principalmente da Europa. O cenário nos dias de hoje é bastante diferente e vemos a homeopatia difundida em vários países pelo mundo. No Brasil, o preparo dos medicamentos homeopáticos é respaldado pela Farmacopeia Homeopática Brasileira que teve sua primeira edição publicada em 1977. A Ciência Homeopática continua em franco desenvolvimento, com trabalhos científicos sendo realizados com diferentes modelos, tais como: animais de laboratório, culturas de células, modelos físico-químicos, dentre outros. Os ensaios clínicos, duplo-cego, randomizados, placebo controlados foram e continuam sendo feitos em várias partes do mundo, na busca da consolidação científica da homeopatia. Cientistas de todo o mundo vem desenvolvendo protocolos visando à compreensão dos efeitos das substâncias diluídas e dinamizadas utilizadas por esta terapêutica que valoriza não apenas a doença, mas, também o doente, com as suas suscetibilidades, fragilidades, heranças genéticas e inconstâncias emocionais. Portanto, a Homeopatia é uma ciência que atende, desde o ano de 1790 aos critérios científicos, estabelecidos originalmente por Hahnemann que vem sendo comprovados pelos trabalhos científicos publicados nas últimas décadas.
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Medicina Antroposófica
A Medicina Antroposófica consiste em um sistema médico terapêutico integrativo e complementar que amplia a medicina acadêmica com os conhecimentos da Antroposofia. Ela é praticada atualmente em mais de 60 países tanto no âmbito de ambulatórios, consultórios e clínicas quanto em hospitais de pequeno, médio e grande porte. Está presente oficialmente no sistema de saúde de alguns países e é contemplada em cadeiras acadêmicas e em pesquisas de algumas universidades. Ela foi desenvolvida na Europa, no início do século XX, a partir do trabalho conjunto de um grupo de médicos, liderados pela Dra. Ita Wegman e por Rudolf Steiner, filósofo contemporâneo, sistematizador da Antroposofia. Uma de suas principais características é a abordagem centrada no paciente a partir de uma concepção de saúde que valoriza sua individualidade e considera que as dimensões emocional, mental e espiritual são tão relevantes quanto a dimensão corpórea nos processos de adoecimento. Ênfase especial é colocada na busca pelo envolvimento do paciente direta e ativamente em seu processo de prevenção, tratamento e recuperação do bem estar por meio de atividades de educação e auto-educação para o cuidado. No Brasil e no mundo, os médicos que incluem a Medicina Antroposófica em sua prática clínica podem ser generalistas ou especialistas. Eles complementam seu conhecimento com a imagem antroposófica do ser humano e do mundo por meio de uma formação que pode durar entre 2 a 5 anos dependendo do país e do curso. Tratam-se de profissionais graduados em Medicina e regularmente inscritos nos conselhos médicos. No caso do Brasil, os médicos associados à ABMA estão vinculados aos Conselhos Regionais de Medicina. A formação coordenada pela ABMA, por meio de suas confederadas tem a duração de 2 anos compreendendo o mínimo de 282 horas teóricas e 100 horas práticas. A abordagem terapêutica pode incluir medidas não medicamentosas gerais ou específicas e indicação de tratamentos complementares pelas terapias antroposóficas, como também a combinação de medicamentos antroposóficos, homeopáticos, fitoterápicos ou convencionais. A salutogênse é um componente muito relevante da Medicina Antroposófica. Os medicamentos antroposóficos podem ser utilizados sob a forma de medicação oral, injeções subcutâneas ou intravenosas. Alguns tratamentos externos consistem em envoltórios, compressas e banhos com o uso de calor, movimentos e ou óleos essenciais de algumas plantas. Atuando de forma interdisciplinar com outras áreas da saúde e terapias ampliadas pela Antroposofia, a abordagem do paciente pode ser realizada em conjunto com profissionais que atuam por meio da Odontologia Ampliada pela Antroposofia, Psicologia Antroposófica, Euritmia terapêutica, Massagem Rítmica, Terapia Artística Antroposófica, Aconselhamento Biográfico, entre outras.
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Conheça mais sobre os florais Bach
As essências florais são extratos líquidos naturais e altamente diluídos de flores, plantas e arbustos, que se destinam ao equilíbrio dos problemas emocionais. O objetivo da terapia floral é o equilíbrio das emoções do paciente buscando a consciência plena do seu mundo interior e exterior. Problemas de saúde frequentemente têm suas origens nas emoções; sentimentos que foram persistentemente reprimidos irão emergir, primeiro como conflitos mentais e depois como doença física. COMO SURGIRAM OS FLORAIS DE BACH Os Florais de Bach originais são 38 essências florais, descobertas entre 1928 e 1936 a partir de uma série de experiências levadas a cabo pelo Dr. Edward Bach, um médico de Harley Street e conhecido bacteriologista, homeopata e pesquisador. O Dr. Bach acreditava que a atitude da mente desempenha um papel vital na manutenção da saúde e na recuperação de doenças e queria encontrar algo que trata-se a causa e não o sintoma. Após identificar 38 estados básicos negativos da mente e de passar vários anos a explorar o campo, ele conseguiu criar um remédio baseado numa planta ou em uma flor. Em 1934, decidiu estabelecer-se e criar um centro para a sua investigação. Escolhendo Mount Vernon e vivendo numa pequena cabana no Sotwell, Oxfordshire, onde passou os últimos anos de sua vida, completando a sua obra. Agora também conhecido como o Centro Bach.
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